Alagoas já registra 59 mil afetados pelas chuvas e 6 mortos. Saiba como ajudar
As fortes chuvas que atingiram Alagoas nos últimos dias, elevando o volume dos rios e lagoas, já mataram seis pessoas e afetaram mais de 59 mil. Segundo dados da Defesa Civil de Alagoas, publicados nesta segunda-feira, dia 4 de julho, 11.501 pessoas estão desabrigadas – perderam suas moradias – e outras 47.505 estão desalojadas – precisaram ser retiradas temporariamente de casa. Ao todo, 521 cidades já decretaram situação de emergência e outras 4 aguardam decreto.
Confira o Boletim da Defesa Civil atualizado
Para diminuir a dor e o sofrimento daqueles que perderam tudo, inclusive seus lares, estão ocorrendo diversas campanhas de solidariedade para levar água, alimentos, roupas, agasalhos, produtos de higiene entre outros itens.
As unidades do Ifal, na capital e no interior, estão com pontos de coleta de donativos que serão encaminhados aos abrigos públicos. Também estão com pontos de arrecadação:
- a sede da Defesa Civil Estadual, na Praça Gonçalves Ledo, 85, Farol;
- a Cruz Vermelha, na Avenida Gustavo Paiva, 2889, na Mangabeiras;
- a Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), na Av. Dom Antônio Brandão, 218, Farol;
- e o Maceió Shopping, na Avenida Gustavo Paiva, Mangabeiras.
Diversas ONGs, movimentos sociais, associações e organizações políticas também estão em campanha. O Sintietfal orienta que os/as servidores/as do Ifal possam se somar às iniciativas do Instituto e realizar doações em seus campi.
Números
Os 10 municípios com maiores números de pessoas afetadas são Maceió (7.795), Rio Largo (7 mil), Coruripe (3935), São José da Lage (3.883), Marechal Deodoro (3.820), Pilar (3.726), Atalaia (3.350), Jacuípe (3000), Cajueiro (2911) e Murici (2512).
Os mortos foram registrados em Coruripe, Matriz do Camaragibe, Palmeira dos Índios, São Miguel, União dos Palmares e Campo Alegre. O mais recente ocorreu em União, quando um homem de 37 anos tentou atravessar uma ponte alagada e foi arrastado pela correnteza.
Os rios Mundaú, Jacuípe, Paraíba e Coruripe estão acima da cota de transbordo e, como a previsão do tempo continua de intensas chuvas, os números de desabrigados e desalojados tendem a crescer.



