31 de janeiro de 2022

Assembleia Geral debate conjuntura e elege comissão eleitoral do Sintietfal

A Assembleia Geral Extraordinária do Sintietfal, realizada na última sexta-feira, 28 de janeiro, elegeu a comissão eleitoral responsável pela organização do peito da próxima gestão sindical. Fernanda Furlan, Rony Bezerra, Roberval Santos, Joana D’arc e Rosiene Araújo foram os/as sindicalizados/as aprovados/as pelos/as presentes.

Segundo Estatuto do Sintietfal, a eleição para a gestão 2022/2025 deve ocorrer 90 dias a partir desta a Assembleia. A Comissão Eleitoral será responsável por elaborar regimento eleitoral e convocar nova Assembleia para sua aprovção.

A atual gestão tem mandato até o dia 29 de março, podendo ser prorrogado automaticamente por até 90 dias (Art. 89). Mesmo assim, como forma de ampliar a publicidade e a legitimidade da decisão, a AGE aprovou, por unanimidade, a proposta de prorrogar o mandato atual por até 60 dias para a completa transição da gestão.

Conjuntura

Antes de deflagração do processo eleitoral, a Assembleia debateu a campanha salarial dos/as servidores/as públicos/as federais, situação da pandemia no Ifal e o passaporte vacinal.

Sobre a luta contra o congelamento salarial, a diretora de comunicação adjunta, Anny Barros, apresentou a agenda de mobilizações do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), aprovada na Plenária Nacional dos/as servidores/as públicos/as.

+++Campanha Salarial: Entidades sindicais definem calendário de mobilização

Além disso, apontou a necessidade de mobilização do funcionalismo pela recomposição salarial de 19,99% e contra a reforma administrativa, tendo como indicativo de greve nacional o dia 9 de março.

Já sobre o aumento de casos de covid-19 e a situação da segurança sanitária dos/as servidores/as e estudantes, a Assembleia reafirmou a importância do passaporte vacinal já aprovado no Ifal e do devido afastamento de casos suspeitos, de pessoas com comorbidades e/ou responsáveis pelos cuidados de pessoas idosas ou com saúde fragilizada.

Entre as deliberações, foi aprovado “formar uma comissão para redação de uma carta/documento endereçada ao reitor, com a exposição de todas as questões dos/as servidores/as que possuem dependentes com saúde frágil, solicitando à reitoria que atente para a aplicação das medidas de controle sanitário e para a manutenção do trabalho remoto em situações particulares”.

Outra proposta aprovada foi “encaminhar à assessoria jurídica pedido de esclarecimento sobre a legislação, inclusive para esclarecer sobre os mecanismos do ‘retorno automático’ e da ‘convocação pela chefia’”. A portaria nº 3343 do Ifal estabelece que pessoas idosas ou com comorbidades podem ser convocadas a qualquer momento ao trabalho presencial, medida que nem mesmo as instruções normativas do Ministério da Economia e do MEC estabeleceram.

31 de janeiro de 2022

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