Servidores/as do IFAL aprovam adesão à Greve Geral da Educação e dos Serviços Públicos
Além da greve, assembleia homenageou Silvia, elegeu delegado à 162ª Plena do Sinasefe e apresentou repasse do Seminário de Carreira do Sinasefe
Os/as servidores/as do Ifal, presentes na Assembleia Geral Extraordinária desta quarta-feira, 4 de março, aprovaram por unanimidade aderir à Greve Geral da Educação e dos Serviços Públicos, marcada para o dia 18 de março.
De acordo com a decisão, a categoria deve paralisar suas atividades em todos os câmpus do Ifal durante o 18 de março e se unir à grande manifestação, marcada para as 15 horas na Praça Centenário. Unidades de ensino mais distantes da capital, como as do Agreste e Sertão, também devem ter manifestações regionais.
“A assembleia deste dia 4 de março teve uma boa participação da categoria, o que demonstra que o termômetro da mobilização em defesa das carreiras, do nosso futuro, dos serviços públicos e do IFAL está esquentando. 18 de março é dia de paralisar todas as unidades do IFAL e ir para as ruas”, afirmou Yuri Buarque, secretário-geral do Sintietfal.
Com servidores/as de diversos câmpus e com a presença do DCE-UFAL e da FENET, a Assembleia aprofundou o debate sobre a situação do país e a necessidade de barrar os ataques do governo Bolsonaro a partir da apresentação do diretor Gabriel Magalhães sobre a Reforma da Previdência, o Future-se, a MPV 914/19, os ofícios n 008 e 040 do MEC, a PEC Emergencial e a Reforma Administrativa.
“O Governo Bolsonaro-Mourão-Guedes demonstra com suas medidas que é contra a classe trabalhadora, os serviços públicos e a democracia. Precisamos parar o país com uma forte greve no dia 18 de março para enterrar o Future-se, a reforma administrativa e a MP 914 que acaba com a democracia nos Institutos Federais, derrotando esse governo”, afirmou Gabriel Magalhães, tesoureiro do Sintietfal.
Para Elaine Lima, nova vice-presidenta do Sintietfal, a assembleia marcou um passo importante para a mobilização da greve. “A aprovação da greve do dia 18 de março foi um ato de resistência e de combate a esse governo que visa desmantelar o serviço público, especialmente a educação. Estaremos firmes e fortes nas ruas contra essa política que não nos representa”, afirmou Elaine Lima, presidenta interina do Sintietfal.
Outras pautas
Além da avaliação de conjuntura e da decisão de aderir à greve, a assembleia também foi marcada pela despedida de Silvia Regina da diretoria do Sintietfal. A professora aposentada estava assumindo a presidência interinamente da entidade e, por motivos pessoais, pediu seu desligamento. Na ocasião, Silvia foi homenageada pelos colegas de direção e pela base presente na assembleia.
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A assembleia ainda definiu a representação do Sintietfal na 162ª Plena do Sinasefe, que será realizada nos dias 14 e 15 de março de 2020, no San Marco Hotel, em Brasília-DF. Zilas Nogueira, irá como representante da base, Ederson Matsumoto, o Japa, como representante da direção sindical, e Hugo Brandão, como observador.
Por fim, os/as presentes na assembleia escutaram os repasses da delegação do Sintietfal no Seminário Nacional de Carreiras do Sinasefe, realizado em fevereiro, no Rio de Janeiro.
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