17 de fevereiro de 2020

Maragogi: Café da manhã debate importância do sindicato e filia novos/as servidores/as

A diretoria municipal do Sintietfal em Maragogi realizou na última quarta-feira, 12 de fevereiro, no auditório da unidade de ensino, o “Café com Sindicato”. O evento serviu para apresentar aos/às servidores/as novos e antigos a importância do movimento sindical e a necessidade de fortalecer a luta por direitos.

“Foi uma atividade que deu muito certo e a adesão foi grande. A gente debateu as concepções primárias do que é sindicato e do que é sindicalismo, esse movimento que a gente tá precisando fortalecer. Mas para fortalecer, a gente tem que entender porque ele existe e qual a sua importância”, afirmou Eurico de Lima, representante municipal do Sintietfal.

A atividade contou com café da manhã e roda de conversa sobre sindicato e sua importância no momento atual. Além disso, apresentou as ações do Sintietfal e informes gerais do Sinasefe, como o Congresso e o II Seminário Nacional de Carreira. A ação foi bem avaliada entre os/as servidores. Como resultado, novos/as sete servidores/as se filiaram ao Sintietfal.

“Avalio que o evento foi muito positivo. A gente já abre o ano com sete novas filiações, chegando a 37 em nosso câmpus. É muito importante, diante da situação do país, de ataques à classe trabalhadora e à sua representação, o movimento sindical, que a gente estimule os/as servidores/as a se integrarem à luta e financiá-la através da filiação. Queremos que eventos como esse aconteça periodicamente tanto em nosso câmpus e como em outros do Ifal”, afirmou o líder sindical, Renato Lobo.

Para Manuela Kaspary, professora da unidade de ensino desde 2014, os/as servidores precisam fortalecer os sindicatos entendendo a sua necessidade e a importância na história para a conquista dos atuais direitos, que estão sob ameaça.

“Se hoje a gente tem direito adquiridos, conquistas adquiridas, foi porque outras pessoas, muito antes que nós, batalharam de forma organizada. Muitos foram presos, outros mortos, outros torturados. Eu vejo o sindicato hoje com esse papel, tanto como espaço de diálogo para a gente avançar em questões que ainda são necessárias serem discutidas, como para nos representar enquanto instituição. Porque uma andorinha só não faz verão, juntos somos mais fortes”, afirmou a docente.

17 de fevereiro de 2020

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