16 de outubro de 2019

Flexibilização no Ifal é tema de reunião entre o sindicato e comissão

Paralisação em defesa da flexibilização da jornada dos TAEs – 2015 (Foto: Arquivo Sintietfal)

Preocupada com a redução dos ambientes de trabalho com a jornada flexibilizada, a diretoria do Sintietfal buscou a Comissão de Flexibilização da Jornada de Trabalho, instituída pela portaria nº 229/GR/2019, para debater o tema e levar reivindicações da categoria.

A reunião ocorreu na última segunda-feira, 14 de outubro, na Reitoria com a presença dos diretores do Sintietfal, Yuri Buarque, Carlos Borges e Marcondes Inácio, e com os membros da comissão, Márcia Helena, Fernanda Ísis, Ana Roberta, Alana Messias e o presidente Wagner Fonseca.

De acordo com o apresentado pelo Sintietfal, a flexibilização para os TAEs depende da decisão do gestor máximo da instituição, conforme o Decreto nº 1590, de 10 de agosto de 1995, e decisão pacificada do STF.

“Apresentamos um pouco da luta dos TAEs dentro da instituição pela flexibilização, explicamos como foi feito o primeiro estudo da CIS e os pontos necessários para possibilitar a flexibilização dos ambientes. E, sobretudo, deixamos claro que a decisão final é política, exclusiva do Reitor”, afirmou Carlos Borges, diretor jurídico do Sintietfal.

A flexibilização no Ifal foi reduzida este ano após portarias publicadas pelo Reitor. Segundo a comissão, houve 75 recursos dos ambientes de trabalho que perderam o direito de funcionar 12 horas ininterruptas. Além disso, o sindicato recebeu diversas demandas de servidores com relação ao assunto.

“A reunião foi proveitosa e esclareceu alguns pontos jurídicos que devem contribuir positivamente com o resultado do trabalho”, afirmou Alana Messias, componente da comissão.

Como resultado da reunião, foi solicitada uma audiência com o Reitor do Ifal, Carlos Guedes, sobre o tema. Acolhendo a demanda, seu chefe de gabinete, Zoroastro Neto, ficou de indicar a data possível para esta reunião com a presença da CGU, CIS, Comissão e o sindicato.

“A comissão foi muito solícita com o sindicato e se comprometeu a discutir seu posicionamento diante das portarias publicadas. Esperamos que essa reunião com a gestão e todas as partes envolvidas avance no sentido de contemplar as reivindicações dos servidores e das servidoras”, concluiu Borges.

16 de outubro de 2019

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