Sintietfal participa de ato em apoio à greve dos petroleiros e contra a alta dos combustíveis
O Sintietfal esteve presente na última quarta-feira, 30 de maio, no ato em apoio à greve dos petroleiros e contra a política de preços dos combustíveis, o aumento no gás de cozinha e a privatização da Petrobrás. A manifestação aconteceu a partir das 16h, na Praça Deodoro, no centro de Maceió.
O diretor do Sintietfal, Gabriel Magalhães, esteve no ato e falou da importância da luta em defesa da Petrobrás. “O Sintietfal se soma aos demais sindicatos e movimentos sociais em apoio à luta dos petroleiros contra a privatização da Petrobrás e à política de preços dos combustíveis. É fundamental estarmos nessa luta para derrotar essa política privatista, pois subsídio público para os combustíveis não é a saída efetiva”.
A greve dos petroleiros, deflagrada no dia 30 de maio, já tinha sido declarada ilegal pelo Tribunal Superior do Trabalho antes mesmo de ser iniciada. No dia 29 de maio, a ministra Maria de Assis Calsing, de maneira autoritária, criminalizou o movimento grevista alegando ser de “cunho essencialmente político”, aplicando uma multa de 500 mil reais por dia de greve.
A categoria desafiou a decisão do TST e cumpriu o primeiro dia de greve, vindo a suspender após o TST, a pedido da União e da Petrobrás, subir a multa diária para 2 milhões de reais.

Mesmo com o fim da greve, a forte mobilização dos petroleiros saiu vitoriosa com a queda de Pedro Parente, presidente da Petrobrás, que não aguentou a pressão e foi obrigado a pedir demissão. Parente que era um dos nomes intocáveis do governo Temer.
“A saída de Parente é uma vitória da maioria da população contra uma minoria que quer a Petrobrás a serviço do lucro imediato, sem nenhuma perspectiva com a soberania nacional”, defendeu o dirigente sindical.
Cai Pedro Parente da presidência da Petrobrás. O próximo tem de ser Temer!



